domingo, 6 de novembro de 2011

domingo, 2 de outubro de 2011

HOMEM, O SEXO FRÁGIL.



De acordo com um novo estudo, o sexo feminino é geneticamente programado para resistir melhor a infecções, ao câncer e também possui um sistema de reserva para combater doenças.
A descoberta lança luz sobre por que os membros do chamado sexo “mais forte” sucumbem a uma gripinha.
Os seus sistemas de imunidade não são páreos para os de suas esposas e namoradas, por causa do cromossomo feminino X.
A razão pela qual as mulheres são mais vigorosas parece ter a ver com microRNAs – cadeias curtas de RNA codificado no cromossomo. RNA é o primo genético do DNA e pode ter importantes efeitos biológicos.
Os microRNAs têm o efeito de “silenciar” genes de imunidade no cromossomo X, de acordo com a nova pesquisa.
Isso deixa os homens em desvantagem já que eles só têm um cromossomo X. As mulheres têm dois, de modo que mesmo quando os genes de imunidade são silenciados em um, o outro pode compensar.
As estatísticas mostram que em humanos, assim como acontece com outros mamíferos, as fêmeas vivem mais do que os machos e são mais capazes de lutar contra episódios de infecção ou trauma. Os pesquisadores acreditam que é devido ao cromossomo X, que em humanos contém 10% de todos os microRNAs detectados até agora no genoma (código genético).
Vários microRNAs localizados no cromossomo X parecem ter funções importantes na imunidade e no câncer.
Do ponto de vista biológico, a diferença provavelmente evoluiu porque as mulheres precisam assegurar mais a sobrevivência da espécie. Elas precisam ser capazes de resistir à infecção durante a gravidez e quando nutrem uma criança.

Fonte: http://hypescience.com

domingo, 18 de setembro de 2011

VOCÊ É O QUE VOCÊ COME.



As primeiras bactérias a colonizarem o seu intestino vem dos primeiros líquidos que você ingere . No leite materno, além de existirem muitos nutrientes estão também anticorpos que servem como uma imunidade adquirida para o bebê. Existem diversos estudos clínicos que mostram que estes primeiros eventos, como o parto (normal ou cesariana) e o tipo de amamentação influem na composição da microbiota dos adultos (que espécies estão e em que abundância).Filhotes de mães com deficiencia na produção de anticorpos desenvolvem diferentes abundâncias de espécies de bactérias intestinais. Espécies pioneiras são importantes porque uma vez que elas chegam a um ambiente elas o modificam, e isso determina se as espécies que virão depois serão capazes de se estabelecer. Mas isso não significa que estes primeiros eventos são determinantes, e sim instrutivos, para a composição final.

Comparando a flora de indivíduos normais e obesos , observaram que os obesos possuem uma alta na proporção de bactérias do tipo Firmicutes e que se perderem peso após uma ano esta proporção baixa novamente. Mas então vem a pergunta, o aumento de Firmicutes foi causado pela obesidade ou ele por si ajudou no aumento do peso destes indivíduos? Bom, esse mesmo grupo mostrou também que este aumento de Firmicutes acontece em camundongos obesos . Então eles pegaram um camundongo que estava livre de microorganismos e inocularam bactérias do intestino de um camundongo obeso ou de um normal. Aqueles camundongos que tiveram bactérias de obesos inoculadas engordaram mais. Mais recentemente, Vijay-Kumar e colaboradores (2010) mostraram que camundongos mutantes para uma proteína importante para o sistema immune (o receptor semelhante a Toll 5) desenvolvem diversos sintomas de obesidade como hipertenção, hiperfagia (comer muito) e excesso de gordura. E muitos destes sintomas foram reproduzidos em camundongos normais que receberam a inoculação de bactérias do intestino destes animais. Assim, existe um balanço na comunidade de bactérias do nosso sistema digestivo que é influenciado pelo nosso sistema immune. Alterações nesta composição levam a um desbequilíbrio em nosso metabolismo e, o que me chama mais atenção, a uma modificação em nosso comportamento, no caso a hiperfagia.

A dependência do nosso sitema immune em relação à nossa microbiota não para por ai. Associada ao nosso intestino existe uma grande rede de tecido linfático, o GALT. Este tecido é importante pois os linfócitos precisam ir até lá para passarem por sua maturação final, onde começam a produzir os diferentes anticorpos. Acontece que as bactérias do nosso intestino são necessárias para o desenvolvimento do GALT. Isso é, sem as bactérias os nossos linfócitos não teriam aonde maturar e nós teríamos uma imunodeficiência semelhante à AIDS (ou até pior pois o GALT possui algumas outras funções). E Rhee e colaboradores (2004), mostraram que nenhuma das espécies encontradas no intestino do coelho é por si só suficiente para induzir o desenvolvimento do GALT. Somente a combinação entre algumas espécies induz. Assim, o desenvolvimento do nosso corpo de Homo sapiens não se completa sem nossos microorganismos moradores.

Bom, nós já vimos que nós influenciamos o balanço ecológico da nossa microbiota intestinal com nossos hábitos alimentares. Vimos também que a nossa microbiota influi no nosso metabolismo e comportamento alimentar. E que sem ela o nosso corpo não se desenvolve completamente. Mas o que Hehemann e colaboradores (2010) mostraram é que esta relação é muito mais interessante. Nós sempre ouvimos dizer que nós não digerimos muito bem as folhas que comemos por não possuirmos as enzimas, coisa e tal.
A população do Japão então, que come muito frutos do mar, come aquela alga do Sushi só pra enfeitar mesmo não é? Não, acontece que estes caras mostraram que as bactérias do intestino de grande parte da população japonesa “roubou” os genes para digerir polissacarídeos de alga encontarados em bactérias marinhas. Assim, a cultura e os hábitos alimentares de um povo moldaram a microbiota para um melhor aproveitamento calórico daquele alimento mais comumente consumido. Isso tem diversas implicações como por exemplo a influência de tais eventos de transferência lateral de informação na evolução de hábitos alimentares, como a herbivoria.

No fim, vimos que esse corpo que você diz ser seu é um produto de todos os genomas de quem o habita, de como vocês percebem o ambiente e se comportam nele, e da história da sua relação. É hora também de pararmos de pensar na evolução como um processo interno. Nós não somos produtos somente da seleção de mutações. Todas estas coisas enumeradas acima podem trazer novidades que podem ser herdadas.

FONTE: http://biologiadoenvolvimento.blogspot.com/ EDUARDO SEQUERRA.

JÁ OUVIU FALAR DE GALT?

O sistema imunológico do trato digestivo é muitas vezes referido como gut tecido linfóide associado (GALT) e trabalha para proteger o corpo de invasão. GALT é um exemplo de mucosa associada ao tecido linfóide .
O aparelho digestivo é um componente importante do sistema imunológico . Na verdade, o intestino possui a maior massa de tecido linfóide no corpo humano. O GALT é composto de vários tipos de tecido linfóide que armazenam células do sistema imunológico, como linfócitos T e B, que realizam ataques e se defendem contra patógenos .

fonte: wikipedia

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Epigenética. sabe o que é?

um campo novo da biologia, a epigenética. Essa área estuda alterações na informação contida no DNA não afetam a estrutura dessa molécula. Essas mudanças, oriundas do ambiente, podem ser passadas adiante na divisão celular, quando uma célula se duplica. Ou seja, podem ser herdadas.
As mudanças epigenéticas são como marcas na molécula de DNA que podem ter papel importante na fisiologia humana, sem necessariamente estarem restritas a doenças.
Essas marcas guiariam, por exemplo, a diferenciação de uma célula, informando se ela deve se tornar parte do tecido do pulmão ou do fígado. Elas também teriam papel no envelhecimento.
Por outro lado, as marcas epigenéticas podem estar envolvidas no desenvolvimento de câncer, especificamente nos estágios iniciais de formação do tumor. Nesse caso, as alterações estão relacionadas com os hábitos do paciente, como fumo e alcoolismo.

Fonte: Instituto Ciência Hoje.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

CURIOSIDADES DA IDADE MÉDIA.

Curiosidades dos anos 1600 a 1700
> Ao se visitar o Palácio de Versailles, em Paris, observa-se que o suntuoso palácio não tem banheiros.
> Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorantes, muito menos papel higiênico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio. Em dia de festa, a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para 1.500 pessoas, sem a mínima higiene.
> Vemos nos filmes de hoje as pessoas sendo abanadas. A explicação não está no calor, mas no mau cheiro que exalavam por debaixo das saias (que eram propositalmente feitas para conter o odor das partes íntimas, já que não havia higiene).
> Também não havia o costume de se tomar banho devido ao frio e à quase inexistência de água encanada. O mau cheiro era dissipado pelo abanador.
> Só os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também espantar os insetos.
> Quem já esteve em Versalies admirou muito os jardins enormes e belos que, na época, não eram só contemplados, mas "usados" como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque não existia banheiro. Na Idade Média, a maioria dos casamentos ocorria no mês de junho (para eles, o início do verão).
> A razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o cheiro das pessoas ainda era tolerável. Entretanto, como alguns odores já começavam a incomodar, as noivas carregavam buquês de flores, junto ao corpo, para disfarçar o mau cheiro. Daí termos "maio" como o "mês das noivas" e a explicação da origem do buquê de noiva.
> Os banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente.
> O chefe da família tinha o privilégio do primeiro banho na água limpa. Depois, sem trocar a água, vinham os outros homens da casa, por ordem de idade, as mulheres, também por idade e, por fim, as crianças. Os bebês eram os últimos a tomar banho.
> Quando chegava a vez deles, a água da tina já estava tão suja que era possível "perder" um bebê lá dentro. É por isso que existe a expressão em inglês "don't throw the baby out with the bath water", ou seja, literalmente "não jogue o bebê fora junto com a água do banho", que hoje usamos para os mais apressadinhos.
> Os telhados das casas não tinham forro e as vigas de madeira que os sustentavam era o melhor lugar para os animais - cães, gatos, ratos e besouros se aquecerem. Quando chovia, as goteiras forçavam os animais a pularem para o chão. Assim, a nossa expressão "está chovendo canivete" tem o seu equivalente em inglês em "it's raining cats and dogs" (está chovendo gatos e cachorros).
> Aqueles que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho. Certos tipos de alimento oxidavam o material, fazendo com que muita gente morresse envenenada. Lembremo-nos de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo ácidos, foram considerados, durante muito tempo, venenosos.
> Os copos de estanho eram usados para beber cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes, deixava o indivíduo "no chão" (numa espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com óxido de estanho).
> Alguém que passasse pela rua poderia pensar que ele estivesse morto, portanto recolhia o corpo e preparava o enterro. O corpo era então colocado sobre a mesa da cozinha por alguns dias e a família ficava em volta, em vigília, comendo, bebendo e esperando para ver se o morto acordava ou não. Daí surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
> A Inglaterra é um país pequeno, onde nem sempre havia espaço para se enterrarem todos os mortos. Então os caixões eram abertos, os ossos retirados, postos em ossários, e o túmulo utilizado para outro cadáver. As vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas, do lado de dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade, tinha sido enterrado vivo. Assim, surgiu a idéia de, ao se fechar o caixão, amarrar uma tira no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarrá-la a um sino. Após o enterro, alguém ficava de plantão ao lado do túmulo, durante uns dias. Se o indivíduo acordasse, o movime nto de seu braço faria o sino tocar. E ele seria "saved by the bell", ou "salvo pelo gongo", expressão usada por nós até os dias de hoje.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

DORMIR FAZ MUITO BEM.



A qualidade de uma noite de sono interfere diretamente na nossa atividade mental. Não importa só a quantidade mas a qualidade das horas de sono, para se manter uma vigília (+/- 16 horas acordado).Estudos mostram que pessoas ativas e que mantêm mais contato social tendem a dormir melhor. Dormir um pouco durante o dia, melhora a capacidade mental.Quem dorme mais resiste melhor a infecções.

fonte: carta na escola 05/2010.

BACTÉRIAS DO BEM



Em geral estão associadas a doenças sérias, elas também podem fortalecer o sitema imunológico.Milhares deles estão espalhados pelo corpo, mas alguns são especiais por protegerem o nosso corpo.
Alguns alimentos como iogurte, yakult, sorvete, manteiga e sucos, possuem bilhões de bactérias (probióticos).Os principais efeitos do consumo destes são: prevenção à diarréia, regularização do transito intestinal, prevenção do câncer,

domingo, 26 de junho de 2011

NOSSO LIXO NESPACIAL



Foto retirada da revista da National Geographic (Abril 2007)

Estamos acostumados a ver fotos do nosso Planeta Azul, quando nos deparamos com esta simulação ficamos no mínimo espantados.
Claro que estamos deixando lixo por lá. Isto ocorre em função dos muitos satélites, restos de foguetes, choques entre os mesmos. Quando um satélite desativado ou não se choca com outro, pode gerar milhares de pequenos pedaços. A nossa atmosfera nos protege e na grande maioria dos casos estes objetos quando entram na atmosfera terrestre pegam fogo, a grande maioria cai no oceano.
Sim todos os satélites e restos de foguetes que estão no espaço em órbita ao redor do planeta, um dia irá cair.