segunda-feira, 13 de julho de 2009

LUZ DE VELAS


Adoro a luz que uma vela dá. Não porque seja fetiche, mas porque uma vela é sempre uma vela. E tem uma luz suave, calma, doce, que oscila a cada mínima corrente de ar. A luz de uma vela faz pensar em coisas bonitas românticas, principalmente quando nos encontramos sós. Luz de vela tem paixão e carisma. É luz de sonho de poesia de sombras passageiras que se movem fugazes, na nossa mente e nos transporta a outras paragens, outras sensações outros instintos. Luz de vela é imaginação é romance, quantas vezes a iluminar um beijo. Luz de vela é calor que faz tremer tanto a chama como os sentidos quando estamos com quem amamos. Luz de vela empresta um brilho especial aos olhos e uma tonalidade de mel ao corpo. Luz de vela é amor verdadeiro, sem sentimentos recalcados nem receios. Não há mais nada entre duas pessoas que se amam a não ser o silencio do brilho de uma vela. E quando se apaga, fica o vazio da alma e o gelo no coração. Até acender de novo outra vela, que ilumine o amor e faça de novo haver paixão.
Fonte:misterios blog de Portugal.

sábado, 11 de julho de 2009

PROFESSORES NÃO DEIXEM DE LER

Carlos Alberto Rabaça: Homem verdadeiro
Sociólogo e professor
Rio - A crise da educação brasileira vem de longe. Além de não ser prioridade de sucessivos governos, não há estímulo à carreira do professor, nem financeiro, nem motivacional. Os pretendentes ao magistério diminuem a cada ano. Agora, como encanto, surge nova ideia: demitir os maus professores, sem que se faça um real diagnóstico das condições em que trabalham.
Ensinar para cumprir estatísticas é um desastre. Ensinar e aprender são formas que passam pelo entusiasmo. É dançar sobre um vulcão. É desenvolver, com valores, criaturas que emergem para a vida. Aprender não é somente receber o que foi dado como um biscoito gostoso. Se o jovem para na degustação da guloseima, ela fica só na excitação do sabor. Mas saber é sabor, prazer e dor. Saber e sabor têm a mesma origem. Se o saber não for gostoso, ou se o sabor não causar dor — a hora em que ameaça terminar — o saber e o sabor não produzirão o conhecimento. Só o bom professor leva o aluno a aventurar-se, a enfrentar desafios, primeira condição para aprender.
O professor tem que ser apaixonado, magnético, ao mesmo tempo dramático e doce. Um formador de futuras gerações, ora advertindo-as, ora exortando-as, ora conclamando-as para tomadas de posição enérgicas, sobretudo contra negativismos e más práticas, como o desrespeito em nosso país.
Ou as autoridades estimulam o trabalho do professor, ou se estabelecerá o caos com a juventude que sai da escola desmotivada e sem princípios. Só o bom mestre formará o homem verdadeiro, prático, progressista, cultivando a eficiência, acreditando na evolução. Do contrário, caminharemos trôpegos para um destino miserável.
FONTE: JORNAL O DIA DE 11/07/2009.

AQUECIMENTO GLOBAL - EXISTE UMA SAÍDA.

AQUECIMENTO GLOBAL - VEJAM A REALIDADE

AIDS - VALE A PENA PERDER 11 MINUTOS

terça-feira, 7 de julho de 2009

ESTA ESTÁ DE PARABÉNS - 15 FILHOTES

MÃES INCRÍVEIS - ELAS PERDERAM OS FILHOTES





E ELES PERDERAM AS MÃES.

MINHA PARTE PELO MEIO AMBIENTE

INICIEI A LISTA COM 7 ITENS, ESTOU MELHORANDO.
1- Troquei todas as pilhas por recarregáveis
2- Todas as lâmpadas de casa são frias de longa duração
3- Vou as compras com sacolas de pano
4- As sobras das folhas que imprimo são recortadas e transformadas em blocos para anotações
5- Reaproveito as garrafas pet para guardar outras coisas
6- Peço aos meus alunos que enviem seus trabalhos por email - evita o gasto de papel e tinta.
7- Faço cópias das atividades para uma turma,os alunos fazem a atividade e deixam a matriz em branco, que será utilizada em outra turma. Todos recebem a atividade por email.
8- utilizo o pen drive e não o CD ou DVD.
9- Não jogamos sobras de comida no lixo, utilizamos o necessário apenas.
10- Lavamos o quintal com a água do enxague da máquina de lavar.
11- Utilizamos a capacidade total da máquina de lavar.
12- Plantamos mudas que se transformaram em árvores.
13- Compramos móveis com madeira certificada.
14- Utilizamos produtos de empresas preocupadas com o ambiente.
E você o que já está fazendo...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

2009 - ANO DO GORILA





Os gorilas são mamíferos primatas pertencentes ao género Gorilla, endémicos das florestas tropicais do centro da África. O fato de compartilharem 98%-99% do DNA com os seres humanos faz dos gorilas o parente vivo mais próximo, logo depois dos chimpanzés[1]. O gorila é o maior primata atualmente.
Os gorilas vivem em florestas tropicais ou sub-tropicais. Apesar da sua área de distribuição abranger apenas uma pequena percentagem de África, os gorilas existem numa grande variedade de altitudes. Os gorilas-de-montanha (Gorilla beringei beringei) habitam as florestas montanhosas do Albertine Rift, existendo entre os 2.225 até aos 4.267 m. Os gorilas-do-ocidente moram em florestas densas e pântanos das terras baixas e marisma até ao nível do mar.
Os machos medem entre 1,65 e 2 metros de altura, e pesam entre 170 e 250 kg e as fêmeas a metade do peso dos machos, sendo considerado o maior dos primatas da atualidade. É capaz de levantar até 2 toneladas com os dois membros anteriores.
Os gorilas, geralmente, se locomovem em quatro patas. As suas extremidades anteriores são mais longas que as posteriores e semelhantes a braços, ainda são utilizadas também como ponto de apoio ao caminhar.
A estrutura facial do gorila é denominada de "mandíbula protuberante", já que ela é muito maior que o maxilar.
A gestação dura oito meses e meio e normalmente a próxima gestação só ocorre três ou quatro anos depois o nascimento, tempo este que os filhotes convivem com a mãe. A maturidade sexual é atingida entre 10 e 12 anos pelas fêmeas e entre 11 e 13 anos pelos machos, podendo ser modificados estes anos com a vivência nos cativeiros. E a esperança de vida oscila entre os trinta e cinqüenta anos, o record nesta categoria está com um gorila dum zoológico da Filadélfia que morreu aos 54 anos.
Sua dieta alimentar é, em grande parte, herbívora, uma vez que alimentam-se de frutas, folhas, brotos, mas também os insectos compõem menos de 2% do seu cardápio.
Todos os gorilas compartilham o mesmo tipo sangüíneo, o tipo B, e assim como os humanos, cada um indivíduo possue uma impressão digital única.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
Domínio: Eukariota
Reino: Animalia
Subreino: Metazoa
Filo: Chordata
Subfilo: Vertebrata
Infrafilo: Gnathostomata
Superclasse: Tetrapoda
Classe: Mammalia
Subclasse: Theria
Infraclasse: Placentalia
Superordem: Euarchontoglires
Ordem: Primates
Subordem: Haplorrhini
Infraordem: Simiiformes
Parvordem: Catarrhini
Superfamília: Hominoidea
Família: Hominidae
Subfamília: Homininae
Género: Gorilla
Gorilla gorilla
Savage, 1847
FONTE:WIKIPEDIA

PARA CADA PAULISTANO SÃO 5 RATOS




Rattus rattus
Sim é verdade para cada habitante da cidade de São Paulo encontramos 5 ratos.Já em Nova York a proporção é de 10 ratos para cada habitante da grande metróplole.
Uma ratazana é capaz de gerar de uma só vez até 12 filhotes,em média de 5 a 6 filhotes, a gestação dura entre 19 e 20 dias, os filhotes desmamam com 18 dias. Os filhotes em 3 meses atingem a fase adulta e estão prontos para reproduzir.Um rato pode viver de 3 a 6 anos.
O rato-preto (Rattus rattus) é uma espécie de ratazana, também conhecida como rato-de-telhado, rato-caseiro ou rato-inglês e, no Nordeste brasileiro, como gabiru ou rato-de-couro, no Ceará é conhecido como guabiru e são muito maiores que os normalmentes visto em todo o nordeste. O rato-preto surgiu no Sudeste da Ásia, e depois passou a ser encontrado na Europa por volta do século VIII, na África no século XVI e na América do Norte no século XVII. Na América do Sul, chegou junto com as expedições dos primeiros exploradores, tendo seu primeiro registro em 1544, no Peru.
Seu refúgio em barcos e também a urbanização de seu habitat, eliminando os possíveis predadores de sua espécie, são alguns dos fatores que têm contribuído para sua proliferação, tornando-os verdadeiros comensais humanos.
O rato-preto é encontrado sempre em grupo, formado por 1 macho e 2 ou 3 fêmeas. Seu abrigo, onde também guarda seu alimento, é construído com o material que encontrar. Os ninhos são geralmente acima do solo nos sótãos, forros das casas, arbustos, sacarias, frestas de muros, armazéns, porões de navios e nas áreas portuárias.
Sua gestação é de 21 dias, e a fêmea fica grávida novamente no mesmo dia que nasce a primeira ninhada. Os filhotes que nascem são desmamados após três semanas, e sua maturidade sexual, fase em que já atingiu todo seu desenvolvimento, é observada aos três meses de idade.
Em áreas urbanas este rato possui hábitos noturnos. Mede cerca de 40 cm, possuindo cauda maior que o comprimento da cabeça e corpo, orelhas longas quase sem pêlos e pés sem membranas interdigitais. As suas fezes são afiladas e são visiveis nas zonas onde habita.
A sua alimentação diária é baseada em cerca de 15 a 30 g de legumes, frutas, cereais, raízes e pequenos insetos. Também consomem cerca de 15 a 30 ml de água por dia.
O rato-preto pode ser um perigo para a saúde pública visto que está associado a doenças perigosas como peste bubónica, tifo e toxoplasmose, por exemplo.
CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA:
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Rodentia
Família: Muridae
Subfamília: Murinae
Género: Rattus
Espécie: R. rattus
Lineu, 1758
FONTE:WIKIPEDIA

terça-feira, 30 de junho de 2009

sábado, 27 de junho de 2009

METEORO NÃO, VULCÃO SIM.

O meteoro vai ser absolvido pelo desaparecimento dos dinossauros?
Desde 1980, um asteroide é o principal suspeito da extinção dos dinossauros. Dois novos estudos mostram que eles sobreviveram ao impacto
O culpado pelo fim dos dinossauros era um meteoro caído no México. A geóloga Gerta Keller diz que o impacto é anterior à extinção.
Dois estudos publicados no final de abril podem afundar a teoria do meteoro. Num deles, a geóloga alemã Gerta Keller, de 64 anos, da Universidade Princeton, diz que o meteoro não causou a extinção. No outro, James Fassett, de 76 anos, geólogo aposentado do Serviço Geológico americano, não descarta que o meteoro tenha sido responsável pela extinção – mas seu efeito não foi imediato. Ele descobriu que havia dinossauros na Terra 500 mil anos depois do impacto.
Entender a causa da extinção dos monstros “antediluvianos” é uma meta da ciência desde 1842, quando o inglês Richard Owen cunhou o termo dinossauro (do grego deinos, terrível, e sauros, lagarto). Teorias nunca faltaram. A primeira foi a do dilúvio. O fim dos dinos já foi creditado a uma supernova, uma estrela vizinha do Sol que explodiu, banhando a Terra com radiação mortífera. Em outra hipótese, a Terra cruzou uma nuvem de gás interestelar que teria sufocado os bichos. Culpou-se até um vírus, que seria causador de uma pandemia planetária.
Essas teorias começaram a ser descartadas em 1980, quando os americanos Luis Alvarez, um físico ganhador do Nobel, e seu filho Walter, um geólogo, disseram que o vilão veio do espaço. Eles descobriram um acúmulo anormal do elemento químico irídio numa estreita faixa de rochas de 65,5 milhões de anos, o chamado limite K/T. Abaixo dele, estão as últimas rochas do período Cretáceo (K), quando ainda havia dinossauros. Acima, estão as rochas terciárias (T), onde eles desapareceram. O irídio quase não existe na Terra, mas é abundante em meteoros. Luis e Walter Alvarez calcularam que a concentração de irídio decorreria da queda de um astro de 10 quilômetros de diâmetro, voando a 20 mil quilômetros por hora. O impacto teria gerado uma explosão igual a 5 bilhões de bombas de Hiroxima. Montanhas de rocha pulverizada foram lançadas na estratosfera, cobrindo o Sol por séculos. Segundo a tese, os animais que não morreram de imediato sucumbiram à fome e ao frio.
Em 1991, a teoria ganhou ares de fato comprovado. Prospecções petrolíferas no Golfo do México detectaram a cratera do meteoro. Ela tem 180 quilômetros de diâmetro e está soterrada por 2 quilômetros de rocha, sob a cidade de Chicxulub, na Península do Yucatán, no México. Escavações provaram sua idade: 65,5 milhões de anos. Tudo levava a crer que Luis e Walter Alvarez tinham razão. Ou não?
Os paleontólogos nunca se convenceram. Eles sabem que o meteoro poupou as espécies menores e muitas de grande porte. Os tubarões surgiram há 400 milhões de anos e sobreviveram incólumes. O mesmo se deu com os crocodilos. Quem sumiu foram os grandes répteis, nas versões alada (pterossauros) e marinha (plesiossauros), e a maioria dos terrestres, os dinossauros. Nem todos. Alguns sobreviveram. São as aves.
Desde 1989, Keller quer provar que a queda do meteoro não acabou com os dinossauros. “Nos últimos 20 anos, tenho sido a bad girl da geologia”, disse a ÉPOCA, enfatizando seu distanciamento dos colegas geólogos, para quem a teoria do meteoro era fato consumado. Em 2004, Keller foi ao México coletar rochas em torno do limite K/T. Ao analisá-las, achou fósseis de 52 espécies de animais abaixo da faixa de irídio. As mesmas 52 espécies continuavam presentes nos 9 metros de sedimento acima da faixa, depositados durante 300 mil anos. “É a prova de que o meteoro precedeu à extinção em 300 mil anos”, diz Keller no estudo publicado no Journal of the Geological Society of London. “Nenhuma espécie se extinguiu como resultado do impacto.”
FONTE: G1- REVISTA ÉPOCA.

ISSO DÓI

SACO É UM SACO



Você sabia que cerca de 1,5 milhão de sacolas plásticas são consumidas a cada hora pelos brasileiros?
Sacos, saquinhos, sacolas e sacolinhas plásticas. Nós os recebemos todas as vezes que vamos às compras: na farmácia, na padaria, no supermercado. Pode parecer que são de graça, por que são distribuídas à vontade…
Errado! Todos pagam por eles: recursos naturais como petróleo e água são usados para sua fabricação, energia é consumida, e, quando as descartamos, elas ajudam a obstruir pontos de drenagem de chuvas - causando enchentes -, poluem cidades e matas, podem ser ingeridos por animais e permanecem no meio ambiente por séculos.
Entre 500 bilhões e 1 trilhão de sacos e sacolas plásticas são consumidas por ano no mundo. A sua sacolinha pode parecer inofensiva, mas todas esses sacos e sacolinhas juntos são um perigo para a natureza.
A campanha Saco é um Saco quer chamar a atenção dos brasileiros para o consumo exagerado de sacolas plásticas.
Sacolas plásticas ajudam a impermeabilizar o solo de aterros e lixões, são a causa da morte de milhares de animais, entopem bueiros ajudando a causar enchentes, e sujam as cidades, matas, rios e oceanos.
Todo mundo usa sacolas plásticas como saco de lixo. Tudo bem. Mas tem gente que pega muito mais do que precisa. Cada brasileiro consome em média 66 sacolas plásticas por mês. Se na sua casa são 4 pessoas, vocês, juntos, consomem mais ou menos 264 sacolas por mês! Ninguém precisa disso tudo para o lixo.
Muitos países baniram as sacolas plásticas de seu dia-a-dia. No Brasil, queremos alcançar a redução do consumo de sacolas através da conscientização do cidadão, para que faça parte desse movimento mundial de respeito ao meio ambiente.
Diminuir o consumo de sacolas plásticas, adotar uma sacola retornável ou outra alternativa é uma atitude típica do consumidor consciente. Reduzir o consumo de sacolas plásticas é só o começo de uma sociedade mais sustentável.
Anualmente, o Brasil consome 12 bilhões de sacolas plásticas e cada brasileiro utiliza aproximadamente 66 sacos por mês. Esses dados da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) e outros do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) mostram que o estrago das “inocentes” sacolas plásticas já está chegando até locais distantes, considerados verdadeiros paraísos ecológicos e turísticos. Além disso, 500 bilhões estão por aí entupindo rios, lagos, bueiros, poluindo o mar, matando peixes, tartarugas e outros animais.
Então, façamos nossas sacolas de venda, promocional, de marketing, de praia, de supermercado, de viagens, de decoração, de feiras, de convenções, de embalagem, enfim, do que quisermos, desde que, conscientemente ou não, a tornemos uma alternativa para as terríveis sacolas de plástico que duram algumas horas de uso e levam 500 anos destruindo o planeta. Por amor ao Planeta ou por interesse pessoal, não importa: faça a sua parte!